segunda-feira, 19 de novembro de 2012
O fim do ano letivo está chegando e com ele o aumento das mensalidades
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Gestão DCE é pra lutar reeleita!
Votos favoráveis à reeleição........348
Votos brancos..................................0
Votos nulos......................................1
Mais do que agradecer, cabe agora cumprir nosso papel e mobilizar.O fim do ano se aproxima e com ele mais um aumento de mensalidades.
Façamos como no Unipê (em João Pessoa), no ano passado, que com mobilização, organização e luta conquistou o REAJUSTE ZERO!
Confira o vídeo de agradecimento, já com o calendário de Assembleias Gerais contra o aumento:
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Universidades Comunitárias: A Educação em segundo plano
A conversão de 90% das dívidas do Sistema Acafe em bolsas de estudo significa um retrocesso no sentido de transformar estas Instituições em Públicas de fato. Com isso seguimos no caminho inverso, pois ao invés de incorporar essas Instituições e ampliar as vagas no Ensino Superior Público a Câmara dos Deputados ratifica uma medida que intensifica a Educação Paga.
A Educação é direito fundamental e a sua necessidade para o desenvolvimento da sociedade é inquestionável, mas na prática os investimentos em Educação não são prioridade. A Graduação é inacessível para parte significativa da população, em especial porque não existem políticas públicas de ampliação de vagas no Ensino Superior Público, consequentemente vemos as Universidades entregues a iniciativa privada que condiciona o acesso ao pagamento das mensalidades.
Em meio à confusão entre público e privado surge uma nova modalidade de Universidade, cuja origem é pública, mas que tem o caráter privado (as mensalidades). Esse caráter privado é que determina quem poderá acessar o Ensino Superior, e é exatamente a mensalidade o maior vilão dos estudantes, é a mensalidade que permanece nas Comunitárias, ou seja, para o estudante a regulamentação das Universidades Comunitárias não significa nada, pois não exclui o principal responsável por restringir o acesso ao Ensino Superior. No livro Instituições Comunitárias: Instituições públicas não-estatais o Reitor da Univille Paulo Ivo Koehntopp diz: “Todavia, o acesso à graduação na região está atrelado ao pagamento de mensalidades, o que para um número significativo da população é inviável.” E ainda completa: “Garantir uma acessibilidade mais democrática e justa é uma preocupação constante da gestão acadêmica, que tem se traduzido nos diferentes tipos de bolsas de estudo e de financiamentos.” Ou seja, sabemos da realidade dessas Universidades em que a mensalidade é fator de exclusão, existem meios que minimizam isso, mas nem de longe resolvem o problema e ao invés de buscar meios de modificar a situação a política de Universidade é de aprofundar o método que já se provou insuficiente para atender a demanda. A grosso modo isso é tampar sol com peneira.
Para modificar essa realidade é preciso buscar uma saída, é preciso mudar a situação. Isso significa que devemos abandonar os velhos paliativos que “resolvem os problemas” superficialmente, tornando menos “dolorosa” a manutenção da sua vaga na Universidade. Para isso é preciso utilizar essas Instituições para modificar a realidade do Ensino Superior, é preciso torna-las públicas de fato. Lutar pela Federalização/Estatização das Instituições do Sistema Acafe é ampliar em 150 mil vagas o Ensino Superior Público nas mais diversas áreas do conhecimento em todo o Estado de Santa Catarina. Para que isso aconteça é preciso pressionar o Poder Público, a necessidade existe e as condições para que isso se torne realidade estão maduras.
Daison Roberto Colzani
sexta-feira, 30 de março de 2012
MONTREAL: 300 MIL PROTESTAM CONTRA AUMENTOS DE MENSALIDADES
Apesar da energia, números e vontade dos estudantes, eles não são capazes de fechar fábricas nem de parar a produção – seu impacto econômico não é muito grande. Mas o potencial está aí – a força real da sociedade saída das janelas em sinal de apoio.
Na quinta feira, dia 22, aproximadamente trezentos mil estudantes, professores e funcionários tomaram as ruas de Montreal em uma imensa e histórica manifestação. Naquele dia, 308.723 estudantes estavam unidos em uma greve que se alastrou por toda a província. Juntaram-se à marcha muitos ônibus que traziam de toda Quebec universitários e até mesmo estudantes do colegial! Sindicatos, desde metalúrgicos até enfermeiras e professores também se juntaram aos protestos, carregando suas bandeiras.
Essa foi realmente uma demonstração que uniu todos os setores da classe trabalhadora. Todos estão sob o ataque da crise econômica. Essa manifestação foi apenas uma amostra da frustração que ultrapassa em muito a indignação contra o aumento das mensalidades.
O incrível é que o governo liberal de Quebec fez de tudo para diminuir o movimento dos estudantes, passando meses declarando que os manifestantes eram minoria, além de organizar grupos de jovens colaboradores que atuavam como fura-greves nos campus. Mas com essa imensa marcha os estudantes simplesmente passaram por cima de tudo isso e demonstraram que não são uma minoria radical, mas uma força elementar. E como uma força da natureza, inundou as ruas. A multidão ficou tão imensa que um manifestante ligou para o outro desejando marcar um encontro em meio aos protestos. Logo viram que isso era impossível, pois um estava no metrô Saint Laurent e outro no Champs de Mars, a um quilometro de distância. E nenhum dos dois conseguia ver o começo ou o fim da passeata!
quinta-feira, 8 de março de 2012
DCE discute aumento das mensalidades na CVJ
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Foto:Sabrina Seibel |
O líder estudantil também falou sobre o método utilizado para o reajuste das mensalidades e a falta de diálogo por parte da Universidade. Segundo ele, “não basta baixar as mensalidades é preciso outro modelo de Universidade, pautado na Gratuidade do Ensino como forma de garantir a permanência dos estudantes”.
A Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ) irá convocar uma reunião conjunta das Comissões de Finanças e Educação com a Univille e o DCE para analisar os motivos dos reajustes e questionar a forma como vem sendo aplicado.
O presidente finalizou convocando toda comunidade para a luta contra o aumento da mensalidade e pela federalização da Univille.
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
A luta continua!
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| Manifestação contra o aumento das mensalidades em 2011. Foto: Elaine Cristine. |
Começa o ano letivo e a luta dos estudantes contra o aumento das mensalidades retorna a todo vapor.
Não dá pra fingir que nada aconteceu no ano passado. Sua mensalidade está mais cara e não é por acaso!
No fim do ano passado o Conselho de Administração da Univille aumentou, a portas fechadas, o valor das mensalidades em 9,87%. Reajuste este que é injustificável!
A Univille tem o péssimo hábito de reajustar as mensalidades acima do índice da inflação. De acordo com dados do DIEESE, “entre julho de 1994 e agosto de 2002, a Univille aumentou em 241,53% os valores das mensalidades. No mesmo período a inflação acumulada foi de 124,78%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)." Isso equivale a 116,75% acima da inflação!
Além disso, segundo os próprios dados da Universidade, de lá pra cá as mensalidades aumentaram mais de 90%. Não existe aumento salarial que cubra isso!
A Univille é uma Fundação, e, embora tenha adquirido caráter privado nos últimos anos, tem direito a verbas públicas e não tem fins lucrativos. Então pra onde vai nosso dinheiro?
São essas algumas das questões que serão levantadas na palavra-livre, no dia 07/03 (quarta-feira), às 17 horas, na Câmara de Vereadores de Joinville.
Compareça! Acompanhe as atividades do seu sindicato.
O DCE é pra lutar!
domingo, 4 de março de 2012
Bem vindos à Univille, bem vindos à Luta
O ano mudou, mas a situação em nossa universidade pouco modificou e ainda continuamos muito longe do que é apresentada nos comerciais. Passar no vestibular foi só a primeira etapa para acessar o ensino superior, agora a mensalidade se torna o segundo e o mais difícil obstáculo do estudante universitário.
Nossa universidade atualmente recebe verba pública, mas cobra mensalidade, não é pública nem privada. Há cerca de 10 anos existe o movimento que luta por sua federalização. O movimento vivenciou momentos importantes como em 2004, em que nós da gestão “DCE é pra lutar!” o liderávamos.
Ano passado a luta foi retomada, com a formação do Comitê pró-federalização, composto pela Administração da Univille, UFSC, Câmara de Vereadores de Joinville, DCE da Univille e várias outras entidades. A atividade demonstrou que as condições são favoráveis para alcançarmos esta reivindicação.
Por isso, precisamos de uma entidade de luta que conscientize, organize e mobilize os estudantes na luta pelos seus direitos. Esse é o nosso papel, como direção do DCE e contamos com vocês para que possamos unidos:
• Lutar pela Federalização da Univille;
• Lutar pela garantia de permanência dos estudantes na universidade, contra o aumento das mensalidades;
• Lutar pela ampliação da estrutura - livros na biblioteca;
• Organizar os CAs em todos os cursos;
• Estar em contato permanente com as lutas nacionais dos estudantes;
• Lutar pelo passe-livre estudantil e por uma empresa pública de transporte;
• Conscientizar os estudantes da necessidade de construirmos outra sociedade, uma sociedade socialista.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
DCE pede Audiência Pública à Câmara de Vereadores para discutir o Aumento das Mensalidades
Na tarde de ontem o DCE protocolou um ofício na Câmara de Vereadores de Joinville pedindo a "Palavra Livre" e uma "Audiência Pública" para o início do ano letivo de 2012. O objetivo do pedido é ampliar a discussão sobre o problema dos aumentos de mensalidades na Univille para toda a comunidade joinvilense.
Segue abaixo o teor do ofício:
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Aumento de mensalidades na imprensa
Pequenas correções à legenda da foto:
1 - O aumento das mensalidades foi de 9,87%;
2 - O DCE tem lugar no Conselho, entretanto, embora represente mais de 8 mil estudantes, é somente um voto. O que queríamos na verdade é que o Conselho de Administração tomasse a decisão sobre o aumento de mensalidades em reunião aberta com os estudantes, e não a portas fechadas, o que não ocorreu.
Agradecemos o espaço.
Aumento de mensalidades na imprensa 3
“É um jogo de cartas marcadas”, afirmou o presidente Daison Roberto Colzani. “O conselho só homologou a posição da administração da Universidade. Não discute os argumentos”. O DCE de Joinville e o de São Bento do Sul tem direito a uma representante cada no Conselho.
O presidente da entidade estudantil pensa justamente o contrário sobre o argumento da universidade de que se não aumentar a mensalidade, os cursos se tornam inviáveis: “Se aumentar é que inviabiliza, porque teremos menos estudantes”.
Para Daison, o ato foi prejudicado por ocorrer na semana de provas. Segundo ele, cerca de 500 estudantes passaram pela manifestação, mas como alguns tinham prova no primeiro período e outros no segundo, o pessoal ficou dividido. A concentração máxima, segundo ele, foi de 250 alunos.
O ato contra o aumento contou com participação dos centros acadêmicos, Design, Medicina, História e da União Catarinense dos Estudantes (UCE). Os estudantes irão organizar a partir de sábado panfletagens pelo campus e atos para mobilizar a sociedade.
O texto foi copiado na íntegra. Fonte: (http://www.portaljoinville.com.br/v3/?call=noticias.view&id=20163)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Aumento de mensalidades na imprensa 2
Nota no jornal Notícias do Dia de hoje, contribuição de um estudante da Univille.
Agradecemos o apoio! Firmes na luta!
Todos no ato!




